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A produção de ouro no mundo

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O assunto não será aqui a moeda de ouro, a massa monetária, a inflação ou o padrão ora, mas a situação da produção de ouro no mundo. Aquilo faz hoje quase 6 anos que a produção mundial de ouro estagna, até mesmo reduz-se, no entanto o aumento dos preços da onça de ouro teria de favorecer de um aumento da produção mundial de ouro. Tem alguns anos os grandes Gurus da finança tinha-nos no entanto prediz que o aumento que julgavam impossíveis da "relíquia bárbara" feito escalar a produção de ouro e seria fatal ao preço da onça de ouro. Hoje, o preço da onça de ouro quase triplicou e a produção de ouro tem êxito dificilmente a manter-se ao mesmo nível....

I. baixa da produção mundial de ouro?
Este assunto, já tenho-o abordado em 2004 em três artigos distintos sobre a produção de ouro, continuam contudo de actualidade (a produção mundial de ouro: 1. ciclos, 2. análise técnica, 3.histoire).

a. Precedentes as vagas de baixa.
Houve ao XXème século três grandes vagas de baixa da produção de ouro :
- 1914-1918 (primeira guerra mundial)
- 1939-1945 (segunda guerra mundial)
- 1970 (fim do padrão gold do dólar "Gold Bullion Standard" e vendas maciças dos bancos centrais) é necessário assinalar que após cada vaga de baixa da produção de ouro, é necessário então entre 15 e 20 anos ao ouro para exceder seu precedem cimeira.

b. Estagnação/baixa da produção de ouro desde 2001.
O máximo da produção mundial de ouro teve lugar em 2001 com 2600 toneladas de ouro produzido num ano no mundo. Desde esta data, a produção mundial de ouro reduz ligeiramente todos os anos enquanto que o preço do ouro amarelo aumenta com força e constância. O aumento recorde dos preços do ouro de 255$ mais de 700 dólares não foi suficiente manter a produção de ouro ao seu nível de 2001.


II. as razões da baixa da produção mundial de metal precioso.
a. Os investimentos mineiros demasiado fracos.
- A razão principal é a falta evidente de investimento na exploração mineira nos anos 1990 devido ao preço da onça de ouro ridiculamente baixo. A baixa contínua dos preços do ouro desde os anos 1980 obrigou as minas aurifères a reduzir ao mínimo os seus investimentos de exploração. Apesar de uma retomada da exploração mineira desde 2001, é necessário esperar entre 5 à 10 anos entre a descoberta de um jazigo e o ferro fundido do primeiro lingote de ouro. - O aumento do preço da onça de ouro em dólar saiu as companhias mineiras da sua longa hibernação aurifère, aquilo teve numerosos efeitos positivos para a produção de ouro, suficientemente para evitar que a produção decline brutal, mas não bastante para encontrar um novo Klondike ou Eldorado. Apesar de réveil do investimento na exploração a produção estagna falta de descoberta de jazigo de classe mundial. Os grandes produtores de ouro não se enganam, preferem racheter os seus concorrentes antes que procurar novas pepitas aurifères.

b. A PIC de produção. O aumento do preço da onça de ouro teve um efeito que estimula sobre a produção mundial de ouro, ela evitou que a produção de ouro reduza-se brutalmente. Parece-me que este início (confirmar) de vaga de baixa da produção de ouro tem origens diferentes que precedentes as vagas de baixa do XXème século, que tinham origens exógenas (1as e 2.as guerras mundiais, política monetária). Certamente, há uma grande inércia entre a retoma da exploração e a produção, mas não sou certo que aquilo seja suficiente explicar esta estagnação/baixa da produção de ouro. Apesar de esta inércia, a produção de ouro deveria já dar os primeiros sinais de retoma, no entanto não é o caso. Esta estagnação/baixa da produção de ouro parece-me ter origens endógenos à produção de ouro, não é o mundo que faz reduzir a produção de ouro, é a produção que priva o mundo de ouro, o que é muito diferente.

III. o futuro da produção de ouro?
a. Concentração de ouro cada vez mais fraca.
Permanece ainda do ouro extrair ligeiramente por toda a parte no mundo (o ouro tem uma grande distribuição geográfica), mas com teos e concentrações cada vez mais fracos. Na África do Sul (primeiro produtor mundial), é necessário às vezes ir procurar o ouro em filões à 4000 metros de profundidade em condições humanas pavorosas, com técnicas complexas e um custo energético muito elevado. Para uma tonelada de minério, recolhe-se apenas 3 ou 4 gramas de ouro. Os teos de ouro no minério alteraram muito desde a época ruée para o ouro e o mineiro com a sua "armação" sobre os bordos de um rio que explora um jazigo aluviano, nos EUA, nos o Canadá ou a Austrália século X. Terminado a descoberta de pepitas de ouro de vários quilogramas sobre o bordo de um rio por um prospector afortunado. Por exemplo, uma mina de ouro num jazigo de quartzo da Califórnia no meio do XIXème século com teos considerados muito baixos à época, continha entre 15 e 35 gramas de ouro por tonelada! Procurem ligeiramente para ver hoje um jazigo de ouro com um teor de uma onça de ouro por tonelada (31.103 gramas)! Na mesmo Europa, houve do ouro, mas a exploração é tanto antiga (Antiguidade), os teos são tanto hoje fracos que muito poucas minas são ainda rentáveis. Permanece do ouro no mundo mas com qual custo de exploração? Se digo-vos que tenho um jazigo de ouro fabuloso, mas que está sobre a lua, compreenderá facilmente que não se pode realmente considerá-lo como uma reserva económica viável, é ligeiramente a situação do ouro no mundo hoje...

b. Aumento dos custos de produção inegável.
Cada ano que passa vê o custo médio da produção de ouro aumentar, e esta tendência é definitiva. Apesar de técnicas de exploração cada vez mais eficazes, os jazigos descobertos são mais pequenos e com teos mais fracos, c'est-à-dire cada vez menos rentáveis. Que descobre-se novos jazigos, nenhuma dúvida, mas serão mais distante, mais pequenos e mais caros, nestas condições ele é difíceis para a onça de ouro recair um dia ao preço de 2001. É necessário ainda esperar alguns anos para saber se o aumento do preço da onça de ouro pode permitir a curva exponencial da produção de ouro continuar seu folle crescimento. É contudo já possível hoje duvidar, ainda que é necessário, devido à inércia entre exploração e produção, esperar ainda alguns anos para falar de declínio definitivo ou temporário e PIC de produção da produção de ouro no mundo. Eis a citação de um economista que o jornalista Tymothy Green relata em 1968: "ditos -me quando o homem alterar e mim mim dir-vos -á quando a importância do ouro cessar".

Dr Thomas Chaize

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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