A produção
mundial de ouro 2/3 : Análise técnica.
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A produção mundial de ouro 1/3 : Análise dos cyles.
A produção mundial de ouro desde 1840 3/3 : História
Eis a sequência do estudo sobre
a produção de ouro desde 1840. Na primeira parte o estudo
levava sobre a pergunta dos ciclos do ouro, nesta segunda parte, ele trata-se
de estudar a produção de ouro a partir da análise técnica.
Na terceira parte, falar-se-á história para compreender as
razões das diferentes fases de baixa e aumento da produção
de ouro.
A produção do ouro visto pela análise técnica
é ligeiramente específica dado que geralmente utiliza-se a
análise técnica sobretudo para observar a evolução
dos preços, não para estudar a evolução da produção.
Contudo, numerosos pontos podem ser destacados com esta abordagem, então
eis alguns exemplos de estudos.
As explicações são pouco numerosas porque o essencial
encontra-se nos gráficos.

I. um antigo apoio.
Há uma direita de tendência que existe desde o início
do século. Serve de apoio para cada parte côncava importante.
Cada vez que a produção marca uma cimeira essencial chamada
A, volta tocar o seu apoio ao ponto B alguns anos atrasado.
A direita de tendência funciona desde 100 anos, aquilo vai continuar?
Se a produção junta-se à direita, aquilo dá
um objectivo na zona das 1650 toneladas de ouro por ano.

II.
Parte côncava e cimeiras.
É interessante observar que após cada cimeira essencial a
produção de ouro volta a nível da sua cimeira precedente.
Após cada aumento essencial, o objectivo mínimo é a
cimeira precedente, aquilo funcionava durante cada ciclo de baixa e aumento
de 1900 para 2000.
Se esta diligência funciona, um objectivo de 1500 toneladas deve ser
atingido, isto corresponde à cimeira de 1970.

III. A produção
do ouro em vaga Elliot.
- A produção de ouro está num canal altista desde o
início do século, a produção mundial de ouro
acaba de tocar a parte superior do canal e deveria seguidamente dirigir-se
para baixo se o mesmo ritmo for conservado.
é possível fazer um cálculo em vaga Elliot da produção
mundial de ouro desde 1840. Eis uma proposta de cálculo, ainda que
as vagas Elliot não são a minha especialidade.
Parece que uma vaga de correcção (a) deveria levar a produção
de ouro debaixo das 1500 toneladas. Atenção! É justo
uma proposta de cálculo, mas o objectivo não é muito
preciso, no tempo e a quantidade, ele trata-se exactamente de indicar a
direcção.

As três abordagens indicam uma baixa da produção mundial
de ouro. Os objectivos são de 1650 toneladas para a primeira parte,
1500 toneladas para o segundo e debaixo de 1500 toneladas para as vagas
Elliot. É necessário reter sobretudo que o sentido da evolução
da produção de ouro mundial vai reduzir-se nos próximos
anos. Para resumir, o ouro está na parte superior de um canal altista
e deveria juntar-se à parte inferior deeste nos próximos anos,
na zona das 1500 toneladas.
Aquando de um próximo papel, explicarei as razões das diferentes
baixas e aumentos da produção de ouro, para determinar qual
etapa encontramo-nos hoje.
Dr Thomas Chaize
