gold silver
mailing paying

Mailing livre
Português

home

As matérias primas e a China 1/2.

pdf

As matérias primas e a China 2/2.

O sucesso económico da China frequentemente é percebido como um milagre caído do céu. A ideia é a seguinte, os Chineses são felizes os vencedores d´une tombola que sua atribuíram um crescimento económico exponencial, no entanto este sucesso não é o fruto do azar. A China planificou, organizada, estruturada este crescimento. Certamente, se olha-se muito perto deeste crescimento é-se de aparência desordenada no entanto se toma-se mais distância, ele apercebe-se-se a coerência deesta forte expansão económica. O crescimento actual é planificado desde numerosos anos, não é o fruto do azar, mas o resultado d´une político muito à longo prazo como nenhuns outros países l´a nunca feito. Esta abordagem a longo prazo é totalmente estrangeira aos nossos hábitos políticos contemporâneos, com efeito as nossas reflexões são antes as seguintes: porque prever para em 20 anos enquanto que governo por alguns meses? Contudo, ao jogo dos malogros, o que vê ganha o mais distante possível a parte.

Há alguns anos dos responsáveis de companhias partiu a China com l´idée antes condescendante saber o Capitalismo aos comunistas chineses. No entanto, não se aprende à Kasparov os malogros, observa-se, toma-se e tira-se lições, algumas décadas de colectivismo não fizeram de desaparecer as tradições milenárias do comércio chinês (com efeito, a civilização chinesa está a partir da Idade $média muito em adiantamento no domínio cultural, técnico, científico e sobretudo comercial. Não esquecem que Marco Polo, venezianos, ou seja a Cidade do Comércio à época, procedente de uma família de negociantes, toma notas e aprende-as imensamente das suas estadas na China imperial.). Estas companhias procuram penosamente como investir na China, mas nada n´est concebido para elas. O único objectivo chinês é o desenvolvimento da China, a sua auto-suficiência, a sua independência (económica, energética,….) e não é ajudar as empresas estrangeiras, aqui não braderie de l´ère post soviético.
Para alimentar este crescimento, a China tem necessidade d´énergie, de metais, a sua política monetária apoia o seu crescimento e o seu abastecimento em matéria prima.
Uma primeira parte, é necessário manter-se da política energética, seguidamente metais industriais, da moeda (yuan), de l´or e l´argent.

I. a estratégia energética da China.
Um dos raros países ter uma política coerente e eficaz no que diz respeito às matérias primas é a China (com l´Inde), como o bom jogador de malogro, a China coloca estes pions muito tempo de antemão e vai fazer “malogro e mate” em três golpes.
1.Sa estratégia:
Petróleo, gases, carvão, urânio, nada n´est esquecidos pela China para assegurar as suas necessidades energéticas, presentes e sobretudo futuras (sobre 10, 20, 30 anos ou mesmo mais).
Esta política n´est coerente qu´avec uma óptica a longo prazo, com o propósito de dia em que o preço importará pouco e em que só a disponibilidade de l´énergie será importante.
Visivelmente a China excedeu o paradigma económico dos recursos naturais inépuisables, e gere o seu desenvolvimento consequentemente.
A China pausa seus pions sobre todos os compartimentos disponíveis de l´échiquier. Excede todos os obstáculos, os países à riscos políticos (Sudão, Angola, Nigéria, Gabão), as compras ao preço forte (jazigo do Sudão, exploração no Brasil), os braços de ferro político, as caças guardadas majores petroleiras ocidentais (como por exemplo a Nigéria), ou desafia os EUA (dos contratos com l´Iran, o Iraque, e a Venezuela), resumidamente compra qualquer o que está disponível e utiliza a sua força política, militar (venda d´armes), económica e comercial para chegar aos seus objectivos.
2. Alguns exemplos:
A actualidade económica é preenchida d´informations que indicam uma política muito coerente de l´empire do meio no que diz respeito às fontes d´énergie, eis um número limitado d´exemples:
- SINOPEC (matizou Petroleum & chemical corporação) compra para 100 mil milhões de dólares de gases ao Irão por 30 anos e desenvolve o petróleo iraniano de Yadavaran.
- Acordos são assinados com a Venezuela Hugo Chavez para três mil milhões relativos à entrega de produtos petroleiros à China (petróleo, produto bruto pesado, Orimulsion). A Venezuela dá l´autorisation ao CNPC (matizou Cidadão Off-shore Óleo Coproration) o direito de explorar novos jazigos de gases de Caracales e de Intercampo Norte.
- Batalha sino-japonaise para a compra do petróleo Sibérie, a construção d´un oleoduto e l´exploitation off-shore de mar da China.
- Assinatura d´accords com o Brasil para perfurações petroleiras e a construção d´un canalização, os acordos, parece-se o ele, assinou-se à três vezes o preço do mercado.
reservas de gás natural e petróleo de l´Algérie interessam também a China, SINOPEC e CNPC assinaram contratos com o Sonatrach (a companhia argelina de investigação de exploração petroleira), a cooperação petroleira sinoargelina é todos os dias mais importante.
- Em 1997, o CNPC teve êxito a obter a exploração dos dois campos pétrolifères do Cazaquistão, apesar das pressões russas e americanas, estes campos petrolíferos é d´une dimensão de 1 e 1.5 mil milhões de Barris. Matizou-o Cidadão Petroleum Corporação tem em projecto de construir um oleoduto do Cazaquistão ao Xinjiang (província do norte oeste da China).
A política energética da China não se limita ao gás e o petróleo:
- A China assina acordos com l´Australie para l´exploration e l´exploitation dos seus jazigos d´uranium para permitir l´approvisionnement do seu futuro parque de centrais nucleares em construção.
- Mesmo o carvão n´est não esquecido por Pequim que assinou acordos a longo prazo com BHP (BHP, é 30% das trocas mundiais de carvão à Coque).

Tempo l´Europe e l´ a América do Norte descobre com stupeur que o petróleo pode escalar acima 70 dólares, a China, continua, sem barulho, que desenvolva a sua estratégia energética muito à longo prazo para assegurar o seu futuro abastecimento. Tempo os países ocidentais procuram alguns astuces fiscais para calmar o grogne dos automobilistas a respeito do aumento de l´essence, a China, compra em terra qualquer o que é ainda acessível petróleo, em gases, urânio e mesmo carvão. A estratégia é simples, comprar qualquer o que disponível em grande ou pequena quantidade qualquer que seja o preço, das areias betuminosas de l´Alberta passando pelo carvão Australiano jusqu´au petróleo sudanês.
Aceitar que os jazigos de petróleo s´épuisent e uma ideia inadmissível para l´ensemble dos meios económicos ocidentais. Falam um universitário ou um gestor de fundos da PIC de produção do petróleo e passa imediatamente para fou, justamente bom fechar com camisole. No entanto, a produção de petróleo estagna, o pedido aumenta, os preços ardem e os Chineses colocam a sua senhora ao centro de l´échiquier.

Dr. Thomas Chaize

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

raw material
other
mailing free
dani2989 logo