Energia e metais para 2007
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Neste início de ano, queria fazer uma espécie de pequeno balanço sobre a energia, os metais e as suas percepções no mundo jornalístico e económico, toda uma programa…

I. Ontem :
2001, 2002, 2003, investir no ouro ou o petróleo era assimilado: incompetência e estupidez. Em para falar, condenava o infeliz ao desdém e aos railleries, então, bem frequentemente as suas faculdades intelectuais eram repostas em causa por ter tido similares ideias. Os que tiveram a ligeireza se interessar demasiado cedo ao ouro, o dinheiro, o carvão, ou ainda ao petróleo não me contradirão sobre o acolhimento glacial que as suas colocações tiveram nesse momento.
II. Hoje:
1) A onça de ouro passou de 250$ para 720$, a onça de dinheiro, ela, 4 dólares à 14 dólares, o barril de petróleo de 15$ para 75$, o livro de urânio de 15$ para 70$, por último o preço da tonelada de carvão duplicou. Poderíamos naïvement crer que o séptica de ontem não podem mais negar a evidência…
2) Erro fraco de espírito não
é um passo aumenta, compreendeu mal está uma Bolha….
Isto sob entende que esta bolha vai terminar-se, desinflar-se, desaparecer,
de facto a onça de ouro vai voltar sabiamente debaixo dos seus cursos
de produção, o petróleo saltar de terra por um golpe
de vara mágico e que, algumas descobertas miraculosas de um cientista
louco vão resolver os problemas energéticos do mundo (é
a opinião dos economistas, de cientistas = mágicos).

III. Amanhã :
- Em 2007, vai-se provavelmente continuar
a dizê-los ligeiramente por toda a parte que:
O barril de petróleo vai voltar sabiamente a um custo mais baixo graças
a um aumento miraculoso da produção mundial de ouro preto.
As grandes companhias mundiais de petróleo vão descobrir mais
petróleo e que os EUA, a China e a Índia não terão
mais necessidade de energia.
As minas de ouro não vão fechar se o preço da onça
de ouro reduz-se
Os produtores de zinco vão encontrar bancos para emprestar-lhes centena
de milhões de dólares a fim de explorar e construir minas para
produzir à perda.
explicá-los-á ainda que o aumentodo zinco, carvão, urânio,
petróleo, chumbo, estanho, níquel, a platina, paládio,
gás natural, alumínio, molibdênio, titânio, ferro,
cobalto, dinheiro é apenas a obra de algum sombrio hedge fund machiavéliques
ou de uma nova crise geopolítica.
- Muito mais raros serão os que
vos dirão que as matérias primas estão numa tendência
haussière muito à longo prazo, para ser mais claros:
+ O aumento do
preço do barril de petróleo torna interessantes todas as
outras formas de produção de energia a partir de energias fósseis:
urânio, gases, mesmos mais
obsoleta e mais poluente como o carvão. Assim, certas energias renováveis
tornar-se-ão rentáveis.
+ Por toda a parte no mundo, cada tonelada de minérios
extraídos, o conteúdo de metal é cada vez mais fraco.
Consequentemente, é necessário por conseguinte tratar mais de
minérios para produzir a mesma quantidade de metal (ora, prata, cobre,
zinco…). Os jazigos situam-se cada vez mais distante (regiões
desérticas, necessidade de construir estradas, longos trajectos) e
cada vez mais profundos (exemplo típico: os jazigos de ouro em África
do Sul à vários quilómetros de profundidades). Consequentemente,
a extracção dos metais é cada vez mais dependente dos
preços da energia….
O ponto de vista dominante (jornalistas,
economistas…) estava, 2000-2003, que o ouro, o urânio, o zinco,
o dinheiro e o petróleo não tinham futuro, hoje continuam demasiado
caras e por conseguinte sem futuro….
O investidor que contraria por conseguinte será deleitado, mas a mensagem
é repetida assim frequentemente que pode-se duvidar do seu próprio
ponto de vista. É necessário por conseguinte ter uma ideia muito
clara do longo termo (altista à 5, 10, 15 anos) para não enfraquecer
nos momentos de dúvida das correcções a médio
prazo (pequeno vagas de baixa de 6 para 18 meses). A tendência principal
continua ao aumento, as vagas de baixa são normais mas perigosas,
por conseguinte atenção tem não compra qualquer coisa,
em qualquer momento.
Para 2007 não altera cabo e olha-se distante na frente, de fundamentalmente
não alterou nada por os metais e a energia.
Atenção isto é a opinião de uma pessoa que se
interessa às matérias 1 desde demasiado muito tempo para ser
objectiva.
Dr Thomas Chaize
